quarta-feira, 31 de março de 2010

coco night

E tudo que eu nao desejo mais reaparece para me testar. Quando decidimos uma coisa o contrário se manifesta. Eu to tão puta comigo mesma que não sei o que dizer, vou fazer assim, vou fingir que não sou eu, que sou uma pessoa que vejo de fora, vou criar um personagem pra mim porque não tenho coragem de ser eu mesma. Então meu nome será M. É uma peça da Marília, que eu nunca vi, só as fotos e achei lindas, sofro muito por todas as peças que nunca vi, não preciso de nada para sofrer, eu sofro por puro prazer, como fazer com tudo que não posso. Será que vou ser confusa pra sempre, pra sempre não que isso nem existe. O nome desse tipo de escrita sobre a ótica da escrita contemporânea é algum nome em francês que tem a ver com narcisismo, ou escrita narcisista. Quando comecei a estudar uma coisa pra mim, comecei a estudar junto tudo que eu queria pra mim, e agora to louca, sem saber a que me dedicar. Eu quis fazer um parágrafo agora, exatamente aqui. Sabe que aprecio escrever aqui pois alguém me lê. Não estou escrevendo um livro, eu já escrevi dois e não deu em nada. Então agora escrevo aqui porque sei que o Sérgio lê. Não consigo mais retratar a porta, perder a linha de raciocínio é uó. Hoje gritei para a porta " quero que você fique fechada" gritei debilmente e como não tinha chave veio o vento e abriu. Nâo tenho mesmo controle sobre porra nenhuma no universo, nem na minha porta , hoje macaco velho me disse as pessoas que sabem pra onde vão, que tem certeza, normalmente estão ali porque alguém escolheu por elas, porque elas preferiram que alguém escolhesse por elas e são certas porque se fecham naquilo e não sabem fazer mais nada. Fiquei sem saber se estava confortada ou confrontada.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Noite com Grotowski

Fiquei sabendo pelo facebook que no Instituto dos Atores estava rolando um encontro todas as quintas, ministrado pela professora Celina Sodré sobre Grotowski, e bem, como o assunto teatro me interessa, e como Celina foi responsável por uma mudança significativa no meu pensamento sobre arte e como estou em um momento de profunda busca, fui. O texto que ela leu hoje foi uma conferência que Grotowski realizou dois anos antes de morrer, e bem, falava sobre se ter maestria. Que o coração sozinho é uma merda, que as boas intenções sozinhas não servem para nada. Ou seja, você pode ser muito legal, mas se não executa sua arte com precisão é melhor ser um bom espectador. Falava sobre o artista que percorre o caminho horizontal e o que percorre o caminho vertical, um que não se desenvolve realmente, que até realiza atos que são como fogos de artifício, como a contra-cultura nos anos 60, que causou um alvoroço e desapareceu rapidamente (segundo ele por falta de competência) e o outro que percorre um caminho de escavação, de fragmentação e crise. Que nossa vida contudo não nos basta, com nossos pais, com se livrar dos nossos pais e tudo que eles nos deram, com a sobrevivência, que tudo isso, não basta e que o que há além se torna ou religião, ou cultura. Por mim prefiro a cultura pois sou como Saul e acredito que as religiões deveriam ser extintas pois elas causam segregação muito mais que união e nossa fé sim, que sempre exista. As aulas da Celina são sempre como socos no estômago para os diletantes e os pseudo-artistas. Falou-se muito sobre técnica e especialização em algo para se atingir maestria. Comparei com medida cautelar e tutela antecipada, misturei com aula de canto, de corpo, com ler o teatro contemporâneo e vim vomitar por aqui com o único intuito de que tudo não se perca em mim.

Peripécia de hoje: Correr de um assaltante enquanto falava ao telefone e pensava em fazer uma outra tatuagem.

Poesia de hoje: Do Neruda, no pocket comprado para distrair o tempo: Cem Sonetos de Amor

" VIRÁS comigo" disse, sem que ninguém soubesse
onde e como pulsava meu estado doloroso
e para mim não havia cravo nem barcarola,
nada senão uma ferida pelo amor aberta.

Repeti: vem comigo, como se morresse,
e ninguém viu em minha boca a lua que sangrava,
ninguém viu aquele sangue que subia ao silêncio.
Oh amor, agora esqueçamos a estrela com pontas!

Por isso quando ouvi que tua voz repetia
"Virás comigo", foi como se desatasses
dor, amor, a fúria do vinho encarcerado

que de sua cantina submergida soubesse
e outra vez em minha boca senti um sabor de chama,
de sangue e cravos, de pedra e queimadura.

quarta-feira, 10 de março de 2010

O provedor de alegria

Quando ele vem, normalmente está sorrindo e te dá um abraço gostoso. Desses que te tocam se você tiver uma natureza sensível. Nem sempre ele tem o que dizer, então ele fica calado mesmo. Não há constrangimento nisso. Há silêncio. O provedor de alegria não pratica atos de vilania, ele segue se defendendo na vida e o que ele emana é sempre bom, porque ele emite o bem. As coisas boas que acontecem na vida do provedor são todas conseqüências de seu sorriso, de seu comportamento, de sua busca. Não há espaço para inveja e quando ela aparece ele usa um colar de alho em algum lugar. Para afastar as energias ruins não dos outros, mas de si mesmo. Ele é alvo da inveja pois todos aqueles que optam pelo amor são alvos dela. Ele é atingido e nisso está sua beleza. A de ser atingido e realizar a mutação da energia em sorrisos. O provedor de alegria enxerga luz nas menores coisas, toda beleza se converte em arte, todo momento se converte em possibilidade. Os humanos em geral não estão prontos para o provedor de alegria. A compreensão é feito uma estátua sem braços. Eu conheço um provedor de alegria. E sempre que ele entra, meu coração se acalma porque o que ele trás é de amor.

segunda-feira, 1 de março de 2010

O que você quer

Você precisa decidir sobre o que você quer, eles dizem. E dizem e dizem. O mundo está acabando mesmo, fisicamente, o mundo está fisicamente acabado, vamos deixar de ser matéria? Eu não sei o que é melhor pra mim. Algumas vezes eu acho que sei, mas aí acontece de ficar sem dinheiro nenhum e as implicações que isso traz. Pensei o Brasil está lidando com a crise agora, quando o setor de classe média emergente volta a ser pobre e os pobres passam a se unir aos miseráveis. Quando médicos passam o parto brigando por seus egos e bêbes morrem. Mudo de idéia toda hora sobre a minha vida com sonhos românticos. Hoje na França, ontem no Chile, Portugal. Isso está influenciando nossa vontade de fazer de nossas vidas menos que uma merda. Hoje eu preciso estudar pra virar escrava e sobreviver, mas e quando você quer viver? Como é que você faz? Navegar é preciso, viver não é preciso? Nunca entendi muito essa frase, como navegar poderia ser mais importante que viver mesmo no sentido metafórico da coisa? Eu gostaria de ter uma vida tranquila. Não precisar de grandes prêmios, mas de grandes momentos de mim, e de natureza. Por isso o Rio é bom, porque tem refúgios de natureza. Mas acho que quando o mar invadir por aqui vai se acabar tudo. O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão. Hoje estou cheia de frases feitas cotidianas de poeta. Faço qualquer coisa pra não estudar direito, é impressionante, até estudo outras coisas. Acho que vou morrer. Quis acessar a tristeza e li Augusto do Anjos, acessei mesmo, é um canal de tristeza aquele poeta. Como Allysson dos Anjos é um canal com a melancolia. E com a música também, a que abriu as portas pra mim. Não fique com raiva da mamãe não que ela está lhe falando a realidade. E falou com aquele tonzinho cínico, emendado com uma tentativa de amenizar a raiva. Audácia da carrapeta. Você precisa decidir o que você quer, disse o meu pai. E eu pensei nos Engenheiros do Havaí.

Peripécia de hoje: lidar com o fim do mundo e a continuidade absurda de suas inesgotáveis questões sociais.

Poesia de hoje: pintar uma mão, ouvir quatro músicas.


sábado, 13 de fevereiro de 2010

As incríveis aventuras de Edileusa Cotonete no Canadá

Edileusa Cotonete precisava de uma graninha e arrumou um intercâmbio para o Canáda. Foi trabalhar linda lavando privadas e esfregando o chão enquanto estudava horrores inglês para botar peito e ficar gostosona. Um dia Edileusa foi trabalhar num studio de cinema e qual sua surpresa quando viu um sapato, uma blusa e umas gravatinhas. Não se controlou, não se controlou, fez a "eusa" escondendo tudo num saco de lixo e depois deixou o conteúdo ilícito na casa de uma amiga, dizendo óbviamente que sua casa estava sendo detetizada. Dois dias depois começaram os problemas na vida de Edileusa. Os guardinhas foram buscá-la no cursinho, para mero interrogatório e claro, Edileusa Cotonete negou. Mas a polícia estava dominada por uma certeza alucinante proporcionada por uma câmera que por acaso estava no stúdio e Edileusa foi presa imediatamente e jogada no camburão. Até aí tudo bem pois ela considerou o fato como normal, ser presa, uma questão de respeito para qualquer mulher , e imaginava-se respondendo quando as amigas perguntassem por onde esteve Edileusa? Ah, eu tava presa. Um luxo. Na delegacia soltaram Edileusa numa cela com as outras delinquentes enquanto aguardava os trâmites . Tratou logo de fazer amizade e ceder seu prato para a mulher de corte de cabelo militar ao seu lado que perguntou se Edileusa estava com muita fome. Nesse momento o guarda convidou Edileusa a confessar que tinha praticado furto, um furtinho de nada, mas Edileusa, mulher de uma palavra só, manteve-se firme na negação. Foi então levada para a prisão enquanto aguardava julgamento. Esse momento foi crucial na vida de Edileusa no Canadá, memórável e enfim, debulhada sob um vale de lágrimas, observava a chegada das detentas tatuadas, que tinham sido fichadas mil vezes, até que chegou uma muito sutil, que para fazer amizade com Edileusa, passou a mão em sua buceta, levou a mão ao nariz e disse simplesmente: fish. Agora senhoras e senhores o que leva um ser humano a praticar ato assim não sei, mas para Edileusa aquilo foi um divisor de águas e ela levantou seu dedinho berrando fui eu, fui eu que roubei o sapato, a blusa, fui eeeeeeeeeeeeu! Foi educadamente convidada a devolver os pertences, retirar-se do emprego e no mesmo dia foi deportada para o Brasil, sem sapatos canadenses. Mas do Canadá Edileusa trouxe memórias que nenhum país poderia superar, e além de tudo, várias gravatinhas nunca descobertas. Fish!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Aos amigos

Já dizia Blanche DuBois "eu sempre dependi da bondade alheia". Quando era crianca , meu pai me chamou no canto e disse "filha nossos amigos, depois da nossa família, são a coisa mais importante do mundo, muitas coisas nessa vida você só conseguirá se tiver amigos". Então como toda filha de seus oito anos apaixonada pelo pai, achei que isso fossa a lei mais importante do mundo. Tentei sempre ser a melhor amiga que pude, nem sempre eu consegui e vacilei inúmeras vezes com meus amigos, mas trago no peito uma gratidão por todos aqueles que se comportaram como amigos e sigo com essa máxima em minha vida. E observando bem, praticamente todos os meus sonhos eu só realizei com a ajuda da bondade alheia. Portanto essa postagem de hoje não tem propósito outro que não seja dizer obrigada aos meus amigos. Graças a Deus, eu tenho vários.

Poesia do dia: Vinícius de Moraes

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Peripécia de hoje: De um outro Vinícius, esse, meu amigo que arrasa nas animações:
http://www.vimeo.com/8846201

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

As incríveis aventuras de Edileusa Cotonete

Edileusa Cotonete ao nascer descobriu-se mulher e pediu que lhe pusessem imediatamente cabelos. Que queria cabelos que queria cabelos. Depois teve todos os cabelos que quis. Hoje Edileusa Cotonete explica para o marido que não pode ir buscá-lo na rodoviária.
- Amor, eu queria muito muito, mas não sei se vou conseguir te buscar.
- Ham? Pq?
- Pq eu vou ver uma casa pra fazer show. Vou bater cabelo, vou bater cabelo.
- Oh espera, minha amiga está on-line vou te dar um pause.
Ela ficou louca e saiu gritando pelo puxadinho. Todo mundo que passou na frente de Edileusa Cotonete se fudeu. Ela saiu berrando e berrando e se mordendo louca. E depois não conseguia dormir, mas pensava " as obrigações primeiro, as obrigações primeiro". Bater cabelo era seu trabalho. Aí ficou puta, calçou um saltinho babado e confusão e se jogou no mundo. Edileusa Cotonete, ser uma diva é o seu trabalho.


Para sempre diva quem quiser que venha junto.


Peripécia do dia: Homenagear a única e absoluta Edileusa Cotonete.
Poesia do dia: ele se acabar meu Deus, ele se acabar

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Un femme est un femme

Inacreditável! Para falar a verdade eu só tinha ouvido falar de Godard por conta daquela música do Legião "... mas a Mônica queria ver um filme de Godard..." e sinto muitíssimo. Imaginei claro que seria algo extremamente elitista, mas graças a Deus, eu sou curiosa e amante do cinema disposta a ver de tudo pelo simples prazer de conhecer. Uma mulher é uma mulher, mas Anna Karina é uma musa, uma deusa, eu quero ela pra mim! Já tinha visto outros filmes do Godard com ela ( pois comecei minha aventura assistindo Viver a Vida ) e já tinha ficado , qual seria a palavra, transtornada, acho que explica, mas para este filme não existem palavras possíveis porque ele é colorido, os figurinos são incríveis, ela é dançarina de strip-tease e está -como ela mesma nos diz - très belle.
Isso em si já é um motivo para ver o filme, mas tem mais minha gente, tem muito mais. O filme rompe com todas as caretices, usa um recurso que o Brecht criou no teatro, mas eu achei muitíssimo mais interessante no cinema ( aquele lance do ator deixar de ser personagem na sua fuça), a trilha meus queridos, a trilha é enlouquecedora pois o filme tem momentos de silêncio/momentos de música/silêncio no melhor estilo fragmentado que já existiu. Enfim, não aguento mais é lindo, é lindo! Eu faço campanha, se você ama cinema, por favor veja. Com respeito ao tempo, com tranquilidade, com atenção e amor." Eu não sei se isso é uma comédia, um tragédia, mas com certeza é uma obra-prima". Essa frase queridos, quem nos diz é o próprio filme. Agora chega, declarei: Eu AMO os filmes de Godard.

A peripécia de hoje fui eu que fiz, quem ainda não viu, fique à vontade: http://www.youtube.com/watch?v=5fyZoCvqIQg

A poesia, eu deixo com o filme de Godard e a piscadela de olho de Anna Karina pois isso já basta pra se viver

Muitos beijos!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

A obra de arte

Assisti Bastardos Inglórios e fiquei muito feliz. Cenas incríveis, tensas, hilárias e impressionantes. Portanto resolvi visitar todos os Tarantinos, verdadeiras jóias, pois pra mim filmes são mais caros que sapatos, bolsas e coisas afins. E isso não quer dizer que eu também não seja uma louca por sapatos, apenas os filmes importam mais. Quando o diretor chega em um patamar de liberdade pra matar o Hitler metralhado, principalmente quando ele já é rico e famoso e não precisa mais ir de encontro a nada pra continuar rico e famoso e bláblábla eu acho demais. Outro dia conversando com meu amigo Lorão que voltou do Japão a pouco ele me disse: "Lá as coisas funcionam e não tem essa miséria que tem aqui. Não me dava vontade de fazer arte. Pra que fazer arte ali? Aqui eu tenho tesão de fazer essas paradas pra ver se a gente muda alguma coisa". Então o pensamento do meu amigo bate certinho com o meu, eu não nego a arte pela arte, sem intenção de nada além da beleza, principalmente se essa beleza conseguir te tocar, mas eu não me comunico com essa arte porque ela não muda nada e não me dá tesão. Então meus amigos, três vivas! Ao Tarantino, ao lorão e a arte que transforma!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pã

Pela tua beleza que se curva

Ante maior Beleza que te vence, pelo nosso valor adivinhando

entre tuas mentiras a Verdade,

Não te choramos!

Dar-nos-á o mundo,

depois do velho reino, outro reinado,

Pã é morto!

O mundo deixa além as fantasias

Que em sua juventude, o embalaram

E as fábulas mais belas e mais vivas

Tolas parecem em face da verdade.

De Febo o carro terminou o curso!

olhai de frente o sol, olhai, poetas!

E Pã

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

a pobre vítima

eu perdi o sentimento que me dominava quando pensei vou escrever no meu blog sobre isso , sobre o desprezo, foi isso, agora me veio. Era sobre o desprezo que sinto de mim. Todos os dias de 10 as 16h. E é desprezo de que? Das pessoas. Das pessoas me beijando ou me batendo durante o dia de 10 as 16h. Tem gente que eu gosto, gosto mesmo, inacreditável. Tem gente que eu não suporto. Eu não suporto como eu fico perto delas. Eu não me suporto perto delas, parece que eu vou escorrer pelo chão, mas eu fico só com cara de ameba, de sanduíche, de tudo, de Lilian, de nirley, de qualquer porra que não sou eu, que nao é minha essencia e aí logicamente eu fico adoecendo. Mas mediante a miséria humana não posso usar isso como desculpa. Desprezo logicamente a mim, que continuo lá, que me agarro lá com unhas e dentes, como se fosse a minha única saída, como se fosse a minha salvação. O pensamento é medíocre assim, é tipo " pelo menos eu fui bancária", porque há um orgulho em ser bancária que vem da minha mãe. Porque me orgulho da bancária que ela é. Mas gostaria que ela saísse pra ser outra coisa que não profissão. Sinto alegria no teatro. Eu me sinto feliz lá. Eu me sinto triste também, nos permitimos mais liberdade, as coisas não são tão importantes assim. Li " A prostituta respeitosa" do Sartre, com um pouco de medo de ler alguma coisa do Sartre, e surtei. Estou assim tomada por sentimentos de amores. Amores voadores helicoptores. E o clip novo da Madonna me deixou louca, me deixou loucaaaaaaaaaaa

Adeus, viúva morta

Viúva morta, segue de preto cabelo escovado passa água de colônia passa batom vermelho ou violeta viúva morta, eu não te amo viúva m...