sábado, 27 de outubro de 2012
Pequeno conto do amor perdido
Não entendia porque sempre crescia mais pele. Uma pele ia caindo sobre a outra formando uma cascata. Não sabia que gosto tinha, mas sentia o cheiro.
Gostava.
Esfregava no nariz os dedos para sentir o cheiro. Bonito não era, mas era forte. Tão forte que algumas vezes até parecia bonito. Não sabia onde ele estava hoje. Não se importava tanto. Parecia que tinha uma obrigação de se importar, mas no fundo nem ligava, estava sentindo o cheiro. Será que algum dia a pele ia parar de cair?
Madrugada quente no Rio, outubro de 2006.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Adeus, viúva morta
Viúva morta, segue de preto cabelo escovado passa água de colônia passa batom vermelho ou violeta viúva morta, eu não te amo viúva m...
-
Quando ele vem, normalmente está sorrindo e te dá um abraço gostoso. Desses que te tocam se você tiver uma natureza sensível. Nem sempre ele...
-
Minha escrita se despedaçou foi atingida pelo vazio depois pela vaidade não que eu me achasse boa, eu sou uma qualquer mas qualquer uma ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Desembucha esse comentário!