Meus olhos não sentem tua imagem cerrada e cortada em pedaços histriônicos. Meu coração não bate na tua cadência , por mais que eu tente, recomece e insista. Não me dê o rosto! Prefiro um capuz cinza e azul.
Vou-me em boa hora. Eu vou rápida e tranquilamente cuidar dos meus, juntando pedaços de mortes refinadas. Contorcida, amei dois que estão em outros braços. E agora tenho nomes e rostos. E o meu amor? Não me dê um rosto! Você quebrou a perna e ficou ali me culpando como se não tivesse acabado de quase me matar. Corri antes de você. E o meu amor? Entendi antes de você. Aonde enterrou seu amor? Não posso mais. Sou frágil. Não posso mais.